quarta-feira, 29 de julho de 2009

Call of Duty: Modern Warfare 2

Saiu essa semana um vídeo com uma pequena amostra do que será o modo online deste game que está sendo aguardado por muitos.

XBox Portable - Mito?

Videogames portáteis: A Sony ganhou dinheiro com eles, a Nintendo ganhou MUITA grana com eles e até a Apple vem faturando uns trocados graças aos jogos eletrônicos. Apenas a Sega não conseguiu se dar muito bem no ramo, mas enfim, era questão de tempo até que a Microsoft decidisse entrar na dança, certo? de acordo com Shane Kim, vice-presidente corporativo da Microsoft, o raciocínio não poderia estar mais correto.

Ao ser questionado se a companhia pretende investir no setor, Kim afirmou que a o problema não é se vai acontecer, mas sim quando. Para ele, o foco atualmente é levar a melhor experiência possível ao jogadores do Xbox 360, com a inclusão do Natal e o aperfeiçoamento da Live e que poderá, inclusive, ser adaptada a dispositivos móveis. Contudo, o executivo salienta que esse sistema poderá aparecer na forma de um dispositivo próprio ou um celular, decisão que será tomada por toda a empresa.

Apesar de achar que para os jogadores a vinda de um novo portátil seria muito boa, fico na dúvida se existe mercado para mais um aparelho. De acordo com o analista de mercado Michael Pachter, esse lançamento poderá até acontecer, mas isso não deverá ser feito tão logo devido a esta acirrada concorrência e por achar a MS sem condições de competir após o fracasso comercial que foi o Zune. Será?

Fonte: http://www.meiobit.com/games/portateis/xbox-portable-e-questao-de-tempo


Quebrando Criptografia - O frio quebra qualquer criptografia?

Estudantes de Princeton descobriram uma maneira muito simples de burlar a criptografia dos principais sistemas operacionais: através do frio. A técnica deles é banal e mostrou como ler dados de arquivos criptografados, algo que teoricamente seria impossível de ser feito.


A técnica consiste em resfriar a memória RAM do notebook ou computador, pois desta maneira os dados continuam ali por algum tempo mesmo após o computador ser desligado. Com isso, é possível ler os dados existentes ali e extrair as informações necessárias. Os estudantes conseguem ler o conteúdo existente na memória RAM de um computador em outro computador (ou através de um HD externo), e com isso decodificar ainformação existente ali.

O vídeo abaixo mostra como isso pode ser feito:

Alguns notebooks utilizam pentes de memória RAM que mantém os dados por mais tempo depois que o computador é desligado, e com isso nem é necessário resfriá-los para "roubar" os dados.

Os estudantes fizeram uma demonstração lendo informações criptografadas pelo BitLocker do Windows Vista, embora a mesma técnica funcione no FileVault do Mac, TrueCrypt no Linux e, teoricamente, qualquer outro programa de criptografia.

Eu hein....

Fonte:http://www.baboo.com.br/absolutenm/templates/content.asp?articleid=31476&zoneid=300&resumo=

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Linux no pen drive em apenas 5 passos - USbuntu

Com essa ferrementa é muito fácil instalar o Ubuntu no seu pen drive.

São apenas 5 passos e pronto, veja a imigem:


Pode ser encontrado para download em vários sites entre eles os mais conhecidos como Superdownloads e Baixaki, segue os links:

Superdownloads: http://superdownloads.uol.com.br/download/127/usbuntu-live-creator/

Baixaki: http://www.baixaki.com.br/download/usbuntu-live-creator.htm

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Novidades do Firefox 3.5

A versão final do Firefox 3.5 é lançada pela Mozilla nesta terça-feira (30/06) depois de seguidos atrasos relacionados com problemas técnicos enfrentados por desenvolvedores da empresa.

Em sua versão 3.5, o navegador de código aberto, que antes serviu de inspiração aos concorrentes, corre atrás de funções já disponíveis em browsers como o Opera 9, da Opera Software, o Safari 4, da Apple, o Internet Explorer 8, da Microsoft e o Chrome, do Google.

> Baixe o Firefox 3.5 em português
> Firefox 3.5 tem campanha de download

Exemplo disso é a introdução do modo "Private Browsing", que permite que usuários naveguem sem que o browser guarde dados do histórico, senhas ou outras informações que possam dedurá-lo.

Pelo Private Browsing, o Firefox 3.5 permite a navegação sem armazenar sites visitados, campos preenchidos, senhas inseridas, arquivos baixados ou cookies recebidos, algo já disponível tanto no Chrome, do Google, como no IE8, da Microsoft.

Sem deixar rastros
Há, porém, novas ferramentas ausentes nos rivais. Caso o usuário já tenha acessado um site e queira apagar todas as informações relacionadas a ele, basta abrir o Histórico do Firefox 3.5, clicar com o botão direito sobre o ícone que representa o site e escolher a opção “Forget about this site”.

É possível também eliminar informações pessoais armazenadas no navegador em determinado espaço de tempo – o usuário pode apagar o histórico da última hora navegada, por exemplo.

Ainda baseado no Chrome, o Firefox 3.5 agora conta com uma ferramenta que aponta múltiplas abas fechadas recentemente. Atualmente, o browser permite que as abas encerradas sejam abertas uma por vez, enquanto o Chrome mostra uma lista com as três mais recentes.

HTML 5
Seguindo o caminho do Opera 9 e do Safari 4, o Firefox 3.5 corre atrás do suporte ao HTML5, versão mais recente da linguagem básica da internet, que, entre outros benefícios, facilita a reprodução de conteúdos como vídeos e animações no navegador e consegue armazenar arquivos no PC do usuário para oferecer navegação offline.

Na prática, o suporte a elementos de vídeo e áudio no Firefox 3.5 significa que usuários podem reproduzir vídeos direto do navegador, inseridos com poucas tags (marcações), e ter o mínimo de controle sobre eles, como aumentar ou diminuir o volume ou salva-los para a área de trabalho.

O suporte para armazenamento de arquivos significa que, caso algum serviço se proponha a utilizar o comando em HTML 5 referente à navegação offline, usuários poderão editar textos ou responder e-mails dentro do navegador quando não houver conexão.

Localização
Entre as novidades genuínas do Firefox 3.5, destaca-se a "Navegação ciente de localização", ferramenta que, com a aprovação do usuário, indica sua localização geográfica para interagir com serviços online.

Usando informações sobre conexões sem fio ao seu redor e seu endereço IP (Internet Protocol) - informação que “identifica” um computador dentro da rede - , a ferramenta indica ao serviço onde você está para que mapas, principalmente, sejam traçados com maior exatidão.

Imagine que você procura por comida mexicana em um catálogo online de restaurantes. Caso o serviço esteja preparado, ele pode pedir sua localização geográfica para lhe poupar a digitação dos dados, indicando opções próximas a você. O mesmo pode também valer para mapas de rotas, por exemplo.

Rapidez
Por fim, o Firefox 3.5 apresenta melhorias no seu engine de JavaScript para rivalizar com novidades do tipo apresentadas tanto pelo Google como pela Apple.

Segundo a Mozilla, a nova versão do SpiderMonkey, tecnologia que reproduz sites em JavaScript, é 12 vezes mais rápida para acessar sites dinâmicos que o Firefox 2 por usar uma ferramenta chamada TraceMonkey.

A velocidade em reproduzir sites em JavaScript se tornou uma das principais bandeiras das desenvolvedoras quando lançam uma nova versão de seus browsers.

Em suas versões mais recentes, o Google enalteceu o sistema V8 do Chrome, assim como a Apple afirmou que o WebKit torna o Safari 4 três vezes mais rápido que o Firefox 3 e oito vezes mais rápido que o Internet Explorer 8.

Com a popularização de serviços que usam a tecnologia, é cada vez mais necessário um software que consiga ler, alterar e reproduzir informações em JavaScript com alta velocidade.

Testes realizados pela Computerworld norte-americana dão conta que a execução de JavaScript na versão de testes do Firefox 3.5 é 19% mais rápida que nas versões anteriores do navegador.

A melhoria prometida pela Mozilla pode ajudar o Firefox a subir no ranking de navegadores mais rápidos para sites com conteúdo dinâmico. Em medição realizada em março, o Chrome aparece na liderança, seguido pelo Firefox 3, o Safari 3 e o Opera 9.

O Firefox 3.5 estará disponível em 70 línguas (português incluído) para os sistemas operacionais Windows, Linux e Mac OS.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/06/29/firefox-3-5-confira-os-principais-destaques-da-nova-versao-do-browser/

terça-feira, 30 de junho de 2009

Sony preparando “PSP phone”. Será?

Aparentemente o Satio (novo celular da Sony Ericson) não está com nada frente ao iPhone: a Reuters publicou há pouco um artigo que levanta mais uma vez o rumor de um “PSP phone” da Sony, isto é, um misto de PlayStation portátil com smartphone para brigar com a duplinha iPhone/iPod touch. Em março deste ano a empresa afirmou não estar preocupada com a plataforma, mas aparentemente não é bem assim.


Boatos de um novo PSP parecido com o IPhone/iPod touch já correram por aí, e ainda em abril publicamos uma declaração bastante pesada de um ex-empregado da Sony: o “desenvolvimento [de jogos] para iPhone é melhor que para PSP”.

E o problema não é só esse, já que temos que considerar que hoje em dia a convergência de funções num só aparelho é fator chave de sucesso de produtos desse segmento. Não é à toa que, em dois anos, a Apple vendeu mais de 40 milhões de iPhones/iPods touch, enquanto a Sony só comercializou cerca de 50 milhões de PSP's. Em *quatro* anos.

Informações obtidas recentemente pela agência de notícias apontam para a possibilidade de a Sony estar preparando uma equipe para começar a trabalhar no novo gadget já a partir do mês que vem. O time incluiria pessoas tanto da Sony Corporation quanto da Sony Ericsson, sua companhia focada em telefones celulares.

A empresa japonesa, é claro, não comenta os rumores. Será que agora sai?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

File System EXT4

Achei essa materia falando sobre o FS ext4, muitos já conhecem e até mesmo utilizam (até mesmo eu). Segue um abaixo um pouco mais sobre esse novo sistema de arquivos.

O Ext4 é o sucessor do Ext3 (Extended 3), o qual é o file system mais popular no mundo Linux atualmente.
Em outubro de 2008 o “EXPERIMENTAL” do Ext4 no Kernel Linux foi removido, fazendo com que as mais novas distribuições como Ubuntu 9.04 Alpha e Fedora 11 Beta já disponibilizassem a opção de criar uma partição de disco baseada neste novo FileSystem e possivelmente as versões finais virão com o Ext4 como padrão.

Agora, o Ext4 é melhor que o Ext3? Bem, pelo que eu pude ver nas pesquisas que fiz, o Ext4 trás bastante melhorias e várias NOVAS funcionalidades em relação ao Ext3.

Algumas melhorias:
-Suporte a arquivos individuais de 16TB, contra 2TB do Ext3 (Isso com Blocos de 4k)
-Suporte a Tamanho de Sistema de arquivos de 1EB (ExaByte), contra 8TB (Com blocos de 4k)

Agora as Principais novas funcionalidades do Ext4 são:

Extents (Medida):
É o nome da feature que descreve como os dados serão “estabelecidos” (controlados) no disco para armazenar as informações de um arquivo.
O Ext3 usa um método indireto para acompanhar os blocos usados por um arquivo em particular, isso significa que, para cada arquivo ele terá que acompanhar cada um dos blocos pertencentes àquele arquivo. Ex: um arquivo de 100MB vai usar 25,600 blocos de 4KB, então o ext3 terá que acompanhar todos os 25,600 blocos e como eles estão ordenados.. (Nossa!!)
Já o Ext4 usa um tipo de medida (extens), que é uma série contínua de blocos, dessa maneira o Ext4 precisará apenas da informação de início e quantos blocos mais serão usados por essa medida, na qual o arquivo está.
Ganho: menos fragmentação pelo fato do uso de blocos contínuos. Mais performance ao apagar arquivos, pois existem menos informações de controle.

Journaling Checksumming:
No Ext3 as alterações feitas no file system não são efetivadas em tempo real. De tempos em tempos o file system “commita” (confirma) essas mudanças. O Journal é a lista dessas mudanças. Quando o sistema de arquivos se recupera de um crash, ele simplesmente dá um outro commit nesse ultimo journal, com isso voltando à um estado consistente. O Journaling Checksumming (feature do Ext4) cria um checksum do journal, com isso é capaz de dizer se a área do journal está falhando. Melhora a confiabilidade.

Multi-Block Allocation:
O Ext3 aloca blocos para um arquivo um por vez. Para um arquivo grande, a função que faz essa alocação é chamada milhares de vezes. O Ext4 usa (como o próprio nome já diz) a alocação de múltiplos blocos por chamada da função. Isto melhora consideravelmente o desempenho, especialmente em arquivos grandes.

Delayed Allocation:
No Ext3, blocos são alocados tao logo quanto eles são necessários por uma função de escrita. Na verdade eles não vão ser precisos tão já, porque os dados podem estar no cache por algum tempo. Então o delayed allocation (atraso de alocação, em tradução livre) permite que os blocos possam ser alocados somente quando é realmente preciso escrever os dados. Isto pode realmente melhorar o desempenho porque durante esse tempo (esse “delay”) o alocador pode estar otimizando a alocação de blocos para minimizar a fragmentação e aumentar a performance.

Para não só ficar na ladainha, vou citar aqui um benchmark realizado por Jeffrey B. Layton, em 28 de Março 2009, para a revista Linux Magazine americana.

Ele criou quatro partições, duas usando Ext3 e duas usando Ext4. Em cada um dos Filesystems uma partição apelidada de DEFAULT e a outra PERFORMANCE.
A DEFAULT é uma partição formatada com os parâmetros default, na PERFORMANCE são algumas modificações na qual o objetivo é ilustrar o quanto você pode obter de performance realizando algumas alterações. Os comandos para a criação dos sistema de arquivos foram estes:

% mke2fs -t ext3 /dev/sda1
% mke2fs -t ext4 /dev/sdb1
% mke2fs -t ext3 /dev/sda1
% mke2fs -t ext4 /dev/sdb1

Na partição Ext3 PERFORMANCE os parâmetros de montagem foram estes:

/dev/sda1 /data_ext3 ext3 defaults,data=writeback,
noatime 0 0

Na Ext4 PERFORMANCE os parâmetros foram:

/dev/sdb1 /data_ext4 ext4 defaults,data=writeback,noatime,barrier=0,extents,journal_checksum 0 0

** Este “barrier=0″ seria para desabilitar a função barries, o qual é desabilitada no Ext3, para deixar as coisas mais ou menos iguais.

Seguem os resultados obtidos pelo Jeffrey:


Fonte: http://ensinar.wordpress.com/2009/04/04/novidades-do-filesystem-ext4/